Debaixo do barro do chão da pista onde se dança Suspira uma sustança sustentada por um sopro divino Que sobe pelos pés da gente e de repente se lança Pela sanfona afora até o coração do menino Debaixo do barro do chão da pista onde se dança É como se Deus irradiasse uma forte energia Que sobe pelo chão e se transforma Em ondas de baião, xaxado e xote que balança A trança do cabelo da menina, e quanta alegria De onde é que vem o baião? Vem debaixo do barro do chão De onde é que vêm o xote e o xaxado? Vêm debaixo do barro do chão De onde é que vêm a esperança, a sustança Espalhando o verde dos teus olhos pela plantação? Vêm debaixo do barro do chão Debaixo do barro do chão da pista onde se dança Suspira uma sustança sustentada por um sopro divino Que sobe pelos pés da gente e de repente se lança Pela sanfona afora até o coração do menino Debaixo do barro do chão da pista onde se dança É como se Deus irradiasse uma forte energia Que sobe pelo chão, se transforma Em ondas de baião, xaxado e xote que balança A trança do cabelo da menina, e quanta alegria De onde é que vem o baião? Vem debaixo do barro do chão De onde é que vêm o xote e o xaxado? Vêm debaixo do barro do chão De onde é que vêm a esperança, a sustança Espalhando o verde dos teus olhos pela plantação? Vêm debaixo do barro do chão Vem debaixo do barro do chão Vem debaixo do barro do chão De onde é que vem o baião? Vem debaixo do barro do chão De onde é que vem o xaxado? Vem debaixo do barro do chão E o xote, menina, de onde é que vem? Vem debaixo do barro do chão Vem debaixo do barro do chão Vem debaixo do barro do chão De onde é que vem o baião?