Óbvio, chegas ao baile toda a gente fica pacóvio Hoje à noite um pente é um pente e ela já 'tá cheia de laca Mas ela é que arde a barraca, mas ela encarde-te a cara É karateca, até te encara na Buraca Olha a dona Anita, também não é? Gluteuda A dona Manela, também não é? Gluteuda Olha a dona Emilia, também não é? Gluteuda Olha a dona Aurora, também não é? Óbvio que é, obvio que é É óbvio Óbvio que é, óbvio que é gluteuda Gluteuda Óbvio, chegas ao baile toda a gente fica pacóvio Hoje à noite um pente é um pente e ela já 'tá cheia de laca Mas ela é que arde a barraca, mas ela encarde-te a cara É karateca, até te encara na Buraca Olha a dona Rosa, também não é? Gluteuda Olha a dona Amália, também não é? Gluteuda Olha a dona Carla, também não é? Gluteuda A dona Sofia também não é? Óbvio que é, óbvio É óbvio Óbvio que é, óbvio É óbvio Óbvio que é, obvio que é Óbvio Óbvio que é Dona, dona Gluteuda Dona, dona Gluteuda Dona, dona Gluteuda Dona, dona Gluteuda Ai, deixa a miúda ser o –da que ela quiser Ela vai ser gluteuda se ela quiser Deixa a miúda nascer e resplandecer Deixa a miúda ser Ai, deixa a miúda vestir o que ela quiser O algodão nunca pariu uma mulher Deixa a miúda nascer e resplandecer E se ela quiser ela trabalha, o quê? O mínimo, o médio e o máximo O mínimo, o médio e o máximo, olha O mínimo, o médio e o máximo O médio e o máximo O médio e o máximo O médio e o máximo O médio e o máximo O médio e o máximo (A minha amiga também) A dona Jaquina, também não é? Gluteuda A dona Maria, também não é? Gluteuda Olha a dona Inês, também não é? Gluteuda Olha a tua mãe, também não é? Gluteuda Sim senhora