Bebel no banco dos réus iPhone 15 de troféu Roubando bolsas da Chanel Padre Severino e só escolinha pra bandido Bebel no banco dos réus iPhone 15 de troféu Roubando bolsas da Chanel Padre Severino e só escolinha pra bandido É a violência no cotidiano infantil Jurei esquartejar essa pátria que me pariu Roubei o teu cordão passei a mil tu nem me viu Correndo pancado entre os carros pela avenida Brasil E que é no berço da miséria nasce semente do mal As 4 da matina pulando no teu quintal Faço arrastão na praia e bloco de carnaval Eu vou tomar teu de celular quando tu parar no sinal E quando eu morrer sei que vai nascer outro igual Pra levar o seu Nike pendurado no varal Foda se a juíza falando no tribunal Única ajuda que eu tive foi a assistente social E que se nós fosse branco essa porra não dava em nada Tipo Roberto Jeferson explodindo uma granada Mas quando a viatura quebrou lá na candelária Eles matou covardemente as crianças de madrugada Os porteiros jogou água a pedido do seu síndico Sabe que na rua nós que tá botando o ritmo Tacando terror nesses playboy de condomínio Por que vocês não escondem a bolsa também quando vê os políticos Eu sou menor infrator perigoso igual artefato Mais um recém nascido na porta do orfanato Alegria do bonde é o lixo lá do Mc Donald's Pra nós não passar fome tem que chegar antes dos ratos Nem precisa da vítima pra fazer seu relato Eu mandei passar tudo se não eu ia atirar Sei que na lei dos homens eu já nasci condenado Porque eu só sou uma criança que não aprendi brincar eu virei um... Bebel no banco dos réus iPhone 15 de troféu Roubando bolsas da Chanel Padre Severino e só escolinha pra bandido Bebel no banco dos réus iPhone 15 de troféu Roubando bolsas da Chanel Padre Severino e só escolinha pra bandido Nós já vem sentenciado da base Já sou visado desde o Degase Tu me vê agir no vacilo dos funcionário Furando mais uma vez esse sistema carcerário Lembro de uma historia desse menozin que é foda Fugindo pelo telhado na audiência de custódia Só exemplo de bandido, ele cresceu e no meio dos beco Pra ele, nem sei qual seu conceito de medo Drogas, menó teve contato muito cedo Cigarro de maconha nos dedos Vai roubar na praia atividade favorita Aproveitando um bem, liberdade assistida Mexe na ferida, nunca cicatriza Jovem preto no CRIAM, novas joias da juíza De carro blindado no farol, nesse sol Quer me ver vestir madeira, me dá de beber formol Sem acesso a canabidiol, fumando balão cheio de ódio Nem sabe vê a hora no relógio mas não perde tempo Seu alvo favorito turistas desatentos, perdeu lamento E vacilou nór mete, de pequenos furto à 157 Nem fez 17, em cima de uma Hornet "Hornet Honda" 600 cilindrada mais que mil marmanjo esse bebel é sem mancada Sem nada a perder entrega nada, sem depender de quem promete tudo Sem pai sem estudo, só fome Sem oportunidade discutem maioridade Mas na mira dos policia ele já é sujeito homem Bebel no banco dos réus iPhone 15 de troféu Roubando bolsas da Chanel Padre Severino e só escolinha pra bandido Bebel no banco dos réus iPhone 15 de troféu Roubando bolsas da Chanel Padre Severino e só escolinha pra bandido Um menino promissor, mas sem privilégio Anda com os menó infrator que não vai pro colégio Uma bolsa de estudo, uma caixa de engraxate Ou fuga do mercado, chocolate de grátis O que viveu até agora só serviu de consolo O mais velho de 10 anos observando a mãe solo Ela dizia: quem rouba uma bala, depois rouba um banco e depois leva a bala Na cena do vapor até o pastor bugou Pedindo livramento para o menor orou Conhecido como o Bebel do tesouro Dá o bote no cordão, engole e caga ouro No desconforto do caos, sirene brilha Saco de plástico é cobertor na noite fria, Mas ria, sorria, outro menor no dia a dia Dorme com olho fechado e o outro ele vigia Bebel no banco dos réus iPhone 15 de troféu Roubando bolsas da Chanel Padre Severino e só escolinha pra bandido Bebel no banco dos réus iPhone 15 de troféu Roubando bolsas da Chanel Padre Severino e só escolinha pra bandido